terça-feira, 26 de agosto de 2014

#osegredoecarinho


Participamos do evento #Osegredoécarinho, uma promoção da Del Valle, com curadoria da Otagai Mídias Sociais e Mães (e pais) com filhos, onde várias mamães blogueiras se conheceram. Como diz a Sam, foi um momento de "desvirtualizar", conhecer ao vivo e a cores, pessoas com as quais compartilhamos nossas dúvidas, escolhas, sonhos, nas redes sociais.


Eu conheci esse grupo, pesquisando algo que tive dúvidas, na época do resguardo do Miguel e dali, não saí mais. Me identifiquei muito com as postagens da Sam e admiro muito o trabalho dela, de sua equipe, bem como as mamães blogueiras que fazem parte dessa rede.

Eu escolhi fazer uma caneca com a logo do grupo para dar de presente, mas ao chegar no evento, imagina? A caneca quebrou...mas, em Setembro, entregarei outra para a Sam. Tinha ficado tão linda...Henrique Maciel caprichou.



Costurei um babador exclusivo e uma bandeirola fofa, bem colorida para a Manu, que amou.


Henrique produziu meus cartões para contato. ficaram fofos!


Conheci a super Aline!!! Me ajudou muito a me organizar para ir ao evento.

O evento foi no Village Mall, que eu ainda não conhecia e já tinha ouvido muito falar e nem imaginava que seria tão amigável para crianças. Claro, ainda mais com um evento tão especial desse.


Levei meu sobrinho Kauan, de 9 anos, que fez amigos, os filhos fofos da @engracadinha 


Depois do evento, fomos explorar o Shopping e os meninos conheceram o super tecnológico guia "onde estou e para onde quero ir"...


Aproveitei para conhecer a loja da Apple e para minha agradável surpresa, tinha um cantinho para crianças, com tablets de última geração e jogos, conectados à internet...assim, consegui tirar minhas dúvidas.


Alguém amou os óculos 3D, suco e todas as mordomias...



Enzo e Manu, ao vivo e a cores. Fiquei emocionada.

O Bate papo com as super Sam Shiraishi e NaterciaTiba antes do filme  a importância do carinho. Como nossos filhos imitam nosso comportamento e reproduzem com os irmãos mais novos, com as pessoas ao redor. Houve o lançamento do filme O Segredo é carinho, da Del Valle.

Adorei!!! A pipoca veio com a mensagem do evento.

Depois de tanta coisa gostosa, os meninos ainda quiseram ir ao Mc Donalds, que fica na Praça logo na saída do Cinemark...como terminou na hora do almoço, a junk food ajudou a distrair e a manter a energia para conhecer o shopping. Quando é exceção, pode ser divertido! E o brinquedo foi o Batman...e ah, Kauan já prefere o lanche de adulto, sem brinquedo...

Eis que no banheiro chiquérrimo do Village Mall tinha um arranjo com uma flor que amo e tenho em casa, helicônea...me identifiquei!


Mesmo com tanta chuva, saindo de Itaipu, Região Oceânica de Niterói, fui estimulada pela Sam, que saiu as 5h da manhã de casa, veio de São Paulo com os filhotes para o evento...amei conhecê-la pessoalmente. Sou fã, admiro e parece que conheço de looooooooooooonga data!



Sempre quis conhecer uma photobooth, uma cabine de fotos...quem sabe um dia faço um evento com esse mimo para os participantes? Nos divertimos!



Amamos dar de cara com esse boneco todo em lego, em uma loja de brinquedos : )




Curtindo o passeio! Ninguém pediu nada depois do lanche, a dupla entendeu que era só conhecimento de território...foram nota 1000!

A Sala estava bem cheia, olha que choveu muito e era dia de semana! Sucesso!


Confira o hangout


Tudo teve um gostinho bem especial para os meninos e fiquei muito feliz por através do meu trabalho e por ser mãe blogueira poder proporcionar esse momento : )

Já pensou em uma quinta chuvosa você chegar em uma sala super confortável como essa e encontrar um kit tão saboroso como esse? As crianças amaram e os adultos voltaram a ser crianças!



Foto oficial! Linda!

O lanche!

No lounge do Cinemark, super confortável, bem decorado com posters vintage, aguardando o filme começar.


Uma foto profissional faz toda diferença, né? Amei!!! O evento foi coberto por um fotógrafo e as fotos ficaram lindas! Tem mais no grupo!


Parabéns Natércia Tiba e Sam Shiraishi pelo trabalho!

Amei participar! Os meninos também! Ver tantas mamães blogueiras juntas foi fortalecedor!

Vídeo da semana: Por que eu gosto de trabalhar de casa - Para manter a rotina de vídeos da semana, gravei esse vídeo após uma sessão de dança (luta para entrar em forma...rs) e então o visual não tá 100%, atenham-se ao conteúdo, por favor...rs Vídeo dedicado á minha família Nicolle, às pessoas que me apoiam e entendem a minha escolha de trabalhar de casa e para quem gostaria de ter uma opinião sobre quem deixou o mercado formal para ser dona do seu próprio negócio para cuidar da cria, da casa, da família e ser dona do seu nariz : )

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Tá preparado para a destruição criativa e inovação e competição global?



Sempre ouvi falar no MIT, até trabalhei em uma empresa que concorria e até fazia projetos em conjunto com esse famoso e conceituado instituto, mas depois dessa matéria, fiquei com vontade de visitar também, e você?

São Paulo - De tempos em tempos, é preciso uma pausa. Parar para respirar, reinventar-se e aprender. Estudar e conversar são alguns de meus deleites nesta vida, e lá fui eu para uma temporada de um mês no Massachusetts Institute of Technology (MIT) estudar inovação radical e social data em um dos principais centros de referência em tecnologia do mundo.
Logo na chegada, você é recebido pelo Stata — um prédio futurista, onde alguns enxergam uma folha de papel amassada, uma “metáfora para a liberdade, a ousadia e a criatividade da pesquisa que deve ocorrer dentro dele”. O projeto é de Frank Gehry, arquiteto do Museu Guggenheim de Bilbao.
Caminhando pelas alamedas e conversando com pessoas do mundo inteiro, percebe-se algumas missões do MIT: sempre questionar como funcionam as coisas, a vida, o Universo — ou seja, tudo. Já questionou hoje? Ali você percebe que todos os lugares são labs. Pensou? Faça, aprenda fazendo. Compreendeu? Compartilhe.
Entenda que não dá para sentar em um laboratório e esperar que ideias apareçam. Explore o que outras pessoas pensam. Insistir e errar faz parte do jogo, e a busca da excelência é um exercício diário. Já errou hoje, ou só criticou?
O MIT é um lugar à frente de seu tempo, com uma pressa e urgência cuja sensação é que, se não fizermos isso, alguém vai fazer. Estuda-se e produz-se produtos na fronteira da privacidade genética, ética de humanoides, futuro do dinheiro, DNA invisível, prototipagem rápida e impressão 3D para a indústria pesada.
Coisas que nem conhecemos, mas sempre colocando o ser humano no centro. O passado é uma referência. “Sem lousa, giz, livro de papel e computador eu não ganharia o Nobel”, diz um professor.
Como ensinou meu professor indiano Sanjay Sarma: “Invenções transformam dinheiro em ideias. Inovação transforma ideias em dinheiro”. E aí começa o dilema da inovação: como combinar propósito com lucro, colocar os funcionários em primeiro lugar e fim de semana de três dias. É o que se chama por lá de “o dilema do capitalista sobre a inteligência coletiva global”.
Foi fabuloso encontrar tantos brasileiros que anseiam por um país inovador e ético. Pelos muitos brasileiros que encontrei inovando em Boston, voltei para o Brasil com a sensação de que o país está preparado. E você, está pronto para a destruição criativa, para a competição da inovação global?

Da Você S.A. AQUI

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O que você pode comprar em nossa loja virtual?


A Biblio Ideias Custom, na Tanlup é um birô ou escritório virtual e tem tudo para apoiar a divulgação de uma marca, especificamente falando, mas também tem a sua parte "gift store", para você presentear com personalidade e estilo.

Camiseta Caipirinha em algodão

Canecas mágicas, que são pretas e ao receberem líquido quente vão mostrando o desenho.


Canecas simples, com artes, que estão prontas para serem produzidas e entregues ou canecas e produtos que você pode encomendar com a arte que deseja e personalizar ainda mais, do seu jeito.

A parceria com a Maria Kisa trouxe fofura e personalidade para mimos fofos, como a bandeirola de tecido, exclusivo. Só tem 1 unidade. Quem comprar vai ser dono e mais ninguém vai ter igual! Linha infantil, linha escritório e casa vão chegar aos poucos. Como sou eu quem produzo, como comento no vídeo AQUI, vão entrar uma média de 1-3 produtos por semana.

Site com hospedagem, Domínio, e-mail e manutenção, by Domínio ID
App para celular personalizado


Vários produtos para você divulgar sua marca, presentear e decorar sua casa também.

Visite a loja virtual Biblio Ideias Custom



6Tag para gerenciar várias contas do Instagram


Esse ano eu ganhei o Windows Phone de presente e estou encantada com ele. Sou muito fã da Apple e tenho iPad, quero ter um computador da Apple e ainda quero ter o iPhone, mas sem dúvidas o Windows Phone tem facilitado e muito a minha vida como gerente de mídias sociais.
Umas das coisas que prezo e insisto é que o Instagram deve ser usado pelos próprios clientes, para que postem bastidores, produtos, resultados, serviços, equipe, paisagem, frases quando quiserem, mas vez ou outra, precisamos incluir um cartão eletrônico ou gerenciar ações ou campanhas no Instagram dos clientes e é super desconfortável usar contas e contas no celular. Para começo de conversa, o Instagram permite que você use um número limitado de contas no seu celular, ou melhor, crie. Então, isso me estimulou a estimular meus clientes a criarem suas contas e a usarem, dando mais voz e personalidade à essa tão importante rede social. 
No Windows Phone, eu estava usando o Instagram Beta (sim, nem todos os Apps existem para Windows Phone) e assim, eu estava muito decepcionada. Vídeos não eram possíveis, dentre outras coisas.
Até que estudando e pesquisando para o trabalho, vi a sugestão do 6Tag e fiquei encantada.
Se você fica com preguiça ou não sabe como gerenciar sua conta pessoal e de trabalho no celular, o 6Tag permite que você alterne contas!!!
Muito bom!!! Assim, alterno e posto ou vejo os posts que tiveram mais likes, enfim, consigo trabalhar nas contas dos meus clientes.
Recomendamos o 6Tag

Alguém conhece algo similar para Android e iOs?

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Como tenho clientes lenoninas!!!


Hoje é aniversário da Joyce, da Lig Telecom, e ontem foi o aniversário da Guilma, da Datacoop e dia 10 de agosto foi o da Raquel Carneiro, do blog As Meninas da Echarpe Verde!!!

Adoro cada uma de vocês, admiro, respeito o trabalho e torço para que sejam felizes, saudáveis, prósperas e realizem os sonhos de vocês sempre!



Hoje foi dia de trabalhar o design gráfico da nossa loja virtual!!!


Henrique Maciel da HM Design veio aqui hoje e trabalhamos na loja virtual Biblio Ideias Custom na Tanlup. Trabalhamos também com o Web Designer Hugo Motta, da Domínio ID pelo telefone e o resultado foi bem produtivo.

Agora você compra na loja: site, customização para loja virtual, personalização de papelaria ou folheteria para sua marca (cartão, panfleto, brindes, etc) e também presentes fofos que já estão prontos ou que você pode personalizar. Além da papelaria personalizada para festas, que você pode comprar o arquivo e imprimir onde quiser ou mandar rodar conosco!

Nosso escritório e birô virtual está ficando bom demais!


O emprego dos sonhos hoje tem a ver com a localização e quanto tempo se leva para ir e voltar

Alguém duvida que a localização do seu trabalho vá influenciar na sua escolha? Claro, se você pode morar bem perto, ao lado do seu emprego, isso vai te dar qualidade de vida.

Por outro lado, trânsito faz com que as pessoas questionem o tempo que levarão para ir e chegar do trabalho.

Afinal, vivemos para trabalhar ou trabalhamos para viver?

E nossos outros projetos de vida, cuidado com saúde, lazer, convivência com quem amamos?

Interessante a matéria a seguir:


São Paulo - No dia 23 de maio deste ano, São Paulo bateu mais um recorde: o de maior engarrafamento da história da cidade, com 344 quilômetros de lentidão. Três dias antes, a cidade já havia atingido o recorde de engarrafamento do ano, devido a uma inesperada greve de motoristas de ônibus.
O metrô não suportou o aumento da demanda e ficou com estações lotadas. O episódio revelou a fragilidade do sistema de transportes da maior cidade do país.
A situação é crítica todos os dias, e não apenas em ocasiões atípicas. Uma pesquisa recente da TomTom, fabricante de equipamentos de GPS, revelou que a mobilidade urbana tem problemas graves nas nove maiores capitais brasileiras.
O quadro mais crítico está em Recife, que chega a ter lentidão em 60% das vias nos horários de pico, seguida por Salvador (59%), Rio de Janeiro (55%), Fortaleza (48%) e São Paulo (48%).
Conciliar as atividades diárias de morar, trabalhar e viver tem sido um desafio para profissionais brasileiros. As pessoas acordam cedo para ir ao escritório e costumam estender o expediente para evitar o trânsito da tarde, mesmo quando não se sentem pressionadas a ficar pelo volume de trabalho, pelo chefe ou pelos colegas.
O tempo excessivo no trabalho cria um ambiente workaholic e obriga o profissional a sacrificar atividades de educação, saúde e lazer. Perder tempo no trânsito também custa dinheiro.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro estima que os engarrafamentostenham custado 28,7 bilhões de reais para o estado em 2013. Esse valor leva em consideração gastos com saúde e o custo de oportunidade — renda que as pessoas deixam de ganhar quando estão presas no trânsito.
A situação faz com que a localização do trabalho seja um fator de importância crescente nas decisões de carreira. Já são frequentes os casos de pessoas que optaram por um emprego próximo ao lar, ainda que isso represente uma renda inferior ou algum prejuí­zo na perspectiva de crescimento profissional. Tudo em defesa da qualidade de vida.
O problema da distância entre casa e trabalho já foi percebido pelas construtoras e incorporadoras do país. Em diversos empreendimentos imobiliários nas grandes cidades o slogan de lançamento do projeto adota o discurso da realização do sonho de morar perto do emprego.
Também é possível encontrar empresas que tomam a decisão de mudar de sede para facilitar a vida dos empregados. É o caso da SulAmérica Seguros, uma das principais do país no ramo, que em alguns meses vai deixar um prédio com poucas opções de acesso na marginal Pinheiros, em São Paulo, por um novo imóvel próximo a uma estação de metrô da cidade. 
A questão da mobilidade ganha espaço entre as empresas que estão abrindo novas unidades e precisam contratar funcionários. “A dificuldade de deslocamento influencia a decisão de companhias que estão se instalando”, diz Marcelo Ferrari, diretor de novos negócios da consultoria de RH Mercer, de São Paulo.
Para Ricardo Betancourt, presidente da Colliers, consultoria imobiliária corporativa, de São Paulo, esse tipo de preocupação é mais comum na pauta das empresas em épocas de crise e redução de custos, como a atual, e não muito em épocas de expansão. Normalmente a empresa transfere operações de apoio, como tesouraria, recursos humanos e compras.
“As mudanças são uma questão de custo, mas a preocupação com a qualidade de vida também influencia”, diz Ricardo.
Outro movimento que especialistas têm observado é o aumento do interesse das companhias por se instalar em cidades do interior. É o caso da Genpact, empresa de outsourcing de processos ligada à GE, que escolheu a cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, para expandir suas atividades.
Em vez de competir com muitas empresas pelo mesmo funcionário em uma capital, a Genpact deu preferência a uma cidade média do interior. “A infraestrutura, incluindo a questão da mobilidade urbana, foi um aspecto importante da escolha, ao lado da disponibilidade de talento local”, diz Margareth Cardoso, diretora de RH da Genpact.
Com a medida, a empresa eliminou a localização como um problema para os empregados. “Um indivíduo tem vários papéis na sociedade e precisa harmonizá-los no dia a dia”, diz Margareth.
O desejo de conciliar trabalho com moradia também move o interesse de empreendedores. Após ter de se deslocar de Chapecó a Blumenau, em Santa Catarina, para fazer uma entrevista de emprego, o desenvolvedor de software Cássio Sperry teve a ideia de criar uma ferramenta que ajude as pessoas a encontrar oportunidades de trabalho mais próximas de sua residência.
Juntou um time de quatro profissionais e criou o site Social Nt. Entre as soluções, a ferramenta oferece vagas com base na geolocalização dos usuários. Lançado em maio, o site ainda está em fase de testes, e por enquanto a maioria das vagas é relacionada ao mercado de TI.
Mas a expectativa do criador é estar funcionando plenamente até o fim de 2014. “Queremos facilitar a vida das pessoas fazendo-as encontrar trabalho perto de casa e trazer para a internet a maneira como é feito o processo de recrutamento”, diz Cássio.
O que precisamos levar em conta se desejamos mudar de casa? É preciso calcular no papel o custo de morar, trabalhar e se locomover. “Antes de aceitar uma oferta, muitos candidatos fazem a conta de quanto tempo vão gastar no trânsito e avaliam se um aumento compensará isso”, diz Ricardo Haag, gerente executivo da empresa de recrutamento Page Personnel, de São Paulo.
Casos de trabalho que exige grande deslocamento diário não são sustentáveis. “Pelo que observo, as pessoas aguentam de um a dois anos em empregos que exigem mais de 1 hora de deslocamento”, diz Ricardo. “Depois disso, ou elas mudam de casa ou elas mudam de empresa”, afirma.
O planejador financeiro pessoal Valter Pólice Jr. diz que, do ponto de vista financeiro, a conta que deve ser feita na hora de avaliar uma mudança de emprego não é complicada. É preciso considerar pontos como salário, plano de carreira e benefícios, além de gastos com transporte.
Em relação à mudança de casa, sempre há um custo, mas que não costuma ser muito relevante. Se a pessoa muda para um apartamento mais caro, ela tem um custo de oportunidade do dinheiro gasto a mais, que poderia ser aplicado em algum investimento. Se o caso é mudar para um apartamento maior, há um custo com mobília para preencher os espaços.
E no caso de um menor pode ser que os móveis não caibam e também seja preciso comprar novos. “Quem tem família deve ficar atento a opções de escola e cursos de idiomas, por exemplo”, diz Valter. “É uma decisão bastante complexa e individual. Mas é crucial que se leve em consideração todos os aspectos para evitar uma surpresa desagradável mais para a frente”, afirma o planejador.
Vale lembrar que o estresse também pode ter impacto financeiro. Segundo Valter, quem perde horas no trânsito chega a um nível de irritabilidade e insatisfação que faz com que o corpo não admita mais nenhum desgaste. Isso leva a pessoa a tomar algumas decisões ruins, como fazer mais compras por impulso ou se alimentar de maneira inadequada, entre outras.
“A restrição é um tipo de estresse. Se a pessoa não está tranquila, ela tende a ceder mais em decisões como essas. Ela também passa menos tempo com a família e acaba querendo compensar com presentes. Isso é um problema muito comum que vejo nos executivos”, diz Valter.
Para a psicóloga Pamela Magalhães, uma das primeiras coisas que o profissional nessa situação deve fazer é um balanço de valores. “As pessoas muitas vezes priorizam, em um primeiro momento, o tamanho e o status do local em que moram.
Abrir mão desses valores pode significar um ganho real, pois, ao mudar para um lugar menor, porém mais próximo do trabalho, é possível melhorar a qualidade de vida”, diz Pamela, que seguiu o próprio conselho e trocou um apartamento de 450 metros quadrados por um de 90, mais próximo do consultório.
“Mais importante do que o tamanho é o tempo que a pessoa tem para usufruir desse espaço e para estar com aqueles que considera importantes”, afirma a psicóloga.
As medidas que as empresas tomam para minimizar o problema são conhecidas, e o profissional deve lutar por estes direitos: permissão para trabalhar em casa, expediente flexível e escritório virtual. O profissional deve lutar para receber esse tipo de benefício caso não tenha acesso a nenhum deles.
“É importante que seja combinado com o gestor, pois o tempo comum entre a equipe integralmente junta diminui”, diz Françoise Trapenard, da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).
Mudar de casa não é uma decisão trivial. Mas, dependendo do resultado, pode ser uma boa escolha. Nesse tipo de situação é importante que a pessoa saiba pesar as prioridades, pois toda mudança implica perdas e ganhos.
“Tem gente que não se incomoda de perder tempo no trânsito, lê, ouve música. Mas, se fica muito estressada, se desgasta. Isso pode levar a depressão, ansiedade e até síndrome do pânico. O que é mais importante? Ganhar mais dinheiro, passar mais tempo com a família, ter tempo para se exercitar? Esses valores mudam de pessoa para pessoa”, diz Pamela

DA Você S. A. AQUI

Grandes empresas testam projeto piloto para que funcionários trabalhem em esquema home office

O caos do trânsito, a segurança, o desgaste e a preocupação com a produtividade e também em manter o funcionário satisfeito, evitando o rodízio de cadeiras tem feito com que empresas invistam em estrutura tecnológica para que o funcionário possa trabalhar em esquema de home office, conectado remotamente, ao menos 1 vez por semana para começar.

Todos ganham com essas iniciativas.
Tempo no trânsito, gastos com locomoção, alimentação.

Eu escolhi o esquema de home office e estou muito feliz. Consigo me organizar e ter disciplina e uma estrutura para que as horas e tarefas de trabalho sejam cumpridas e respeitadas. Empregada e horário estendido na escola do Miguel fazem diferença na minha rotina de trabalho, com certeza, no meu caso, que moro em casa, tenho 3 cachorros, marido e filho...mas quem more com os pais, seja solteiro, não tenha filhos e funcione trabalhando sozinho (na Internet, hoje ninguém se sente tão sozinho, vai...rs, chega a ser necessário cortar as interrupções, tanto na web quanto no telefone para produzir), more em apartamento ou casa de fácil manutenção, com pouca estrutura, se consegue atuar em esquema de home office.

Lembro do livro A Sociedade Internet, do Adam Schaff, que devo ter passado adiante e gostaria até de ter o exemplar novamente, numa das aulas no final do curso de Biblioteconomia da UFF, muito atento às tecnologias, lembro que discutíamos tudo que estamos vivenciando, compras pela internet, trabalhos pela internet e eu sou super entusiasta do assunto.

Depois então, que trabalhei 7 anos em grande empresa da área de automação de Bibliotecas, onde cada escritório (Espannha, Índia, Estados Unidos, Malasia, França, Suiça) interagia remotamente para conferências, cursos, reuniões, treinamentos e eventos e atendia a clientes no Brasil todo e na época, antes de nossa atuação, todos os clientes eram fora do Rio, para mim é super normal fazer expediente e trabalhar remotamente.



Vejam a matéria da Pequenas Empresas Grandes Negócios.

São Paulo - Desde fevereiro deste ano, os funcionários da sede da Michelin no Brasil podem trabalhar uma vez por semana de casa. Com sede na avenida das Américas, uma das vias de trânsito mais intenso do Rio de Janeiro, a empresa descobriu, em 2012, ao realizar uma pesquisa de clima, que esse tipo de política era uma demanda importante entre seus funcionários.
Desde então, esforçou-se para desenvolver um programa de trabalho remoto que atendesse tanto as necessidades da empresa quanto as dos funcionários. “Foi feito um projeto-piloto que superou muito nossas expectativas, e resolvemos estender o benefício aos demais funcionários da sede”, afirma Priscilla Zanatelli, gerente de política de diversidade e qualidade de vida da Michelin para a América Latina.
Segundo Priscilla, dos 302 funcionários que participaram da fase de testes da política de home office, 97% ficaram muito satisfeitos com os resultados. Uma das que aprovaram a iniciativa foi a especialista em certificação de produtos Jacqueline Silveira, de 32 anos. “Foi uma experiência completamente nova, e adorei”, afirma.
Há oito anos na Michelin, ela começou a testar o trabalho remoto em setembro do ano passado, dentro do projeto-piloto. Desde que conquistou o direito de trabalhar uma vez por semana em casa, Jacqueline tem se sentido mais produtiva. “Até prefiro deixar as atividades que exigem mais atenção para fazer fora do escritório.”
Para isso, ela procurou deixar a rotina em casa o mais parecida possível com a que tem na empresa. Segundo Jacqueline, a maior diferença é que, livre do desgaste do trânsito, ela consegue acordar um pouco mais tarde e, com isso, trabalhar bem mais descansada.
A iniciativa da Michelin reflete uma tendência de mercado no Brasil. De acordo com a consultoria Top Employers Institute, 14% das empresas brasileiras têm programas formais de home office. Parece pouco, mas corresponde a mais do que o dobro dos 6% registrados no ano anterior.
Por trás desse aumento, há uma série de fatores. Além de uma melhora na aprovação junto aos funcionários, as empresas conseguem realizar cortes de custos significativos ao permitir que os empregados trabalhem em casa. Na Ticket, por exemplo, o home office permitiu fechar 24 filiais espalhadas pelo Brasil e economizar 3,5 milhões de reais que eram gastos com aluguel e manutenção de equipamentos.
As companhias também ganham com o aumento da produtividade. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas estima em 26 bilhões de reais as perdas anuais da cidade de São Paulo por causa do tempo gasto no trânsito.
Em alguns casos, os ganhos trazidos pelo home office são tão significativos que as empresas começam a criar funções em que trabalhar em casa seja a regra, e não a exceção — um sistema que ficou conhecido como home based.
É o caso da Gol. Desde 2008, a companhia aérea vem investindo nesse esquema de trabalho em um dos setores mais sensíveis de sua operação: o atendimento ao cliente. Em vez de manter grandes estruturas de call center, a empresa tem contratado funcionários para desempenhar essa função diretamente de casa.
“Notamos aumento até na satisfação dos clientes com o serviço prestado”, afirma Rogério Pereira Nunes, diretor de relacionamento com o cliente da Gol. Atualmente, dos cerca de 1 500 atendentes, dois terços trabalham no sistema home based.
Estruturar esses novos modelos de trabalho, porém, envolve desafios.
Especificamente no caso brasileiro, a legislação é vista pelos empregadores como um dos principais entraves — o que ajuda a entender por que o índice brasileiro de empresas que adotam o home office é tão mais baixo do que o de outros países, como a Holanda, onde 67% das empresas têm políticas formais de trabalho remoto, segundo a Top Employers.
“A percepção de que a legislação brasileira é contra o home office não é totalmente certa”, diz Mônica Carvalho, da Brasil Labore, consultoria especializada em trabalho remoto. “O próprio Tribunal Superior do Trabalho já adota essa política para seus servidores”, afirma.
Para evitar problemas, o ideal é que a política de home office seja formalizada, com direitos e deveres da empresa e do empregado bem definidos, e não um acordo informal entre gestores e subordinados — prática ainda comum no Brasil, mas que abre brechas para contestações.
Fatores culturais também podem desestimular a adoção do sistema. Em muitas companhias, ainda impera uma maior valorização do esforço do que do resultado. Assim, o profissional que aparece todos os dias no escritório acaba sendo mais valorizado do que aquele que trabalha em casa — mesmo que o último seja mais produtivo e entregue mais resultados.
Um estudo conduzido pelos pesquisadores Kimberly ­Elsbach e Daniel Cable, da Universidade da Califórnia e da London Business School, mostrou que o praticante de home office tem até 25% menos chance de ser promovido do que quem trabalha presencialmente.
Para contornar essa situação, as companhias que adotam o home office têm buscado conscientizar seus gestores. “É um processo importante de adaptação. Temos de mostrar para eles que isso é importante para o empregado e para a empresa”, diz Priscilla, da Michelin.
No caso da Gol, foi necessário até substituir alguns executivos. “Era uma mentalidade muito nova e precisávamos de gente que estivesse aberta a isso”, conta Rogério. Como resultado, a empresa diz que, hoje, a maior parte das promoções se dá entre os funcionários que trabalham em casa. “Em geral, eles apresentam melhores resultados e são recompensados por isso”, diz o diretor da Gol.
Para que o empregado possa produzir em casa tanto quanto no escritório, também é preciso investir em sistemas e equipamentos que facilitem a conectividade. Foi o que fizeram Dell e Philips, que também contam com políticas de trabalho remoto. “Precisamos trocar desktops por laptops, investir em celulares e em equipamentos para reuniões a distância”, afirma Cristiane José, gerente de RH da Philips.
Segundo Daniela Wajman, gerente de marketing e produtos da Voitel, empresa de produtos e serviços de conectividade, a busca dessas soluções tecnológicas tem crescido no Brasil, mas não resolve por si só os desafios do teletrabalho.
“Por incrível que pareça, em dias de caos urbano, como greves e protestos, em vez de mandar os empregados trabalhar em casa, as empresas simplesmente dispensam a equipe”, diz Daniela. “Parece incoerente, mas está ligado à falta de cultura de trabalho remoto.”
Da Revista Você S.A. AQUI

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Primeiro verbete da Wikipedia precisa ser removido, garantido pela lei do direito de ser esquecido

LONDRES — Aprovada em maio na Europa, a chamada “lei do direito de ser esquecido” permite que cidadãos do continente possam pedir a remoção de links dos mecanismos de busca da internet que façam referência a dados “irrelevantes” ou defasados sobre eles. Pois agora, de acordo com o site “The Observer”, a Wikipédia teve o seu primeiro verbete removido devido à nova legislação.
A informação foi passada pelo fundador da enciclopédia digital, Jimmy Wales, que se opõe à legislação. De acordo com Wales, a página, cujo conteúdo não foi revelado, continuará online, mas não aparecerá mais nos resultados de busca do Google.

De acordo com a gigante de buscas da internet, a empresa recebeu cerca de 91 mil pedidos de remoção de links dos seus resultados na Europa entre maio e o mês passado. Devido à grande quantidade de requisições, o Google só conseguiu eliminar apenas 50% das páginas pedidas.Controversa, a lei tem causado revolta dos veículos de imprensa europeus, que após a aprovação da legislação pelo Tribunal de Justiça da União Europeia, começaram a receber notificações do Google sobre links que foram removidos dos resultados de busca a pedido de pessoas envolvidas no noticiário.
Na frente dos países europeus que originaram mais demandas de remoção está a França com 17,5 mil pedidos para 58 mil links. A Alemanha vem em segundo, com 16,5 mil para 57 mil, seguido pelo Reino Unido (12 mil e 44 mil), pela Espanha (8 mil e 27 mil), pela Itália (7,5 mil e 28 mil) e pela Holanda (5,5 mil e 21 mil).
Recentemente, a página “Hidden From Google” anunciou que começou a listar os links removidos pelo buscador, e diz já ter recebido dicas de centenas de colaboradores.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/lei-do-direito-de-ser-esquecido-provoca-remocao-de-verbete-da-wikipedia-13488536#ixzz39ZWm6FSR
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