sexta-feira, 16 de junho de 2017

Da tela para seus insights: Alice através do Espelho

Novamente Miguel me apresentou um filme que me deixou assim de queixo caído e que me fez criar muitas pontes com minhas clientes empreendedoras e alunas do curso de Criatividade para conteúdo na internet.

Eu tenho um carinho enorme por Alice, foi o primeiro livro grosso, de capa dura, que eu li, ainda com 9 anos, quando minha saudosa mãe me presenteou com um exemplar do Círculo do Livro (espero comprar novamente em sebo e quero reler e também quero ler o original).

Tim Burton realmente encantou com o Alice no País das Maravilhas ao mostrar uma Alice rebelde, inquieta, que prefere ser capitã de navio a se casar com quem não ama e é considerada louca e desajustada porque não se enquadra nos padrões. Além disso, ela reconhece cada personagem que encontra ao cair no buraco depois que volta para a cerimônia onde seria seu noivado e revela que não vai se casar.


Alice me lembra a minha priminha Clarinha e sou alucinada pela sua atuação, pela fotografia, gostamos muito de ver esse filme, eu e o Miguel. Miguel também gosta do original, da Disney.

Ele adora os gatos que aparecem e curte a história, a estética.

No segundo filme, Alice através do espelho, a Alice está enfrentando uma perseguição de piratas e ousa atravessar seu navio em uma área rasa. Depois de 3 anos no mar, como capitã do navio que herdou de seu pai, Alice volta para a Inglaterra e descobre que seu sócio agora é o noivo que havia rejeitado, que está casado, tem uma filha, mas quer se vingar da rejeição e quer comprar o navio, oferece que ela vá trabalhar em seu gabinete (em um tempo onde mulheres não trabalhavam, quem dirá era capitã de navio) e através do espelho, Alice volta ao País das Maravilhas e precisa voltar no tempo para salvar o Chapeleiro Maluco e seu clã. 
Ela descobre que o tempo não é nosso inimigo e que não podemos mudar a história, mas podemos aprender com elas.
O Chapeleiro sofre ao romper com sua família, que não aceita sua criatividade, quando ainda criança e a Rainha Má sofreu um golpe de sua irmã, quando ainda criança, o que aumenta sua fúria e desejo de ser amada, mostrando lados inusitados de vilões e mocinhos do filme.

A fotografia e o roteiro são de cair o queixo e além disso,  tem muitas coisas legais para aguçar a criatividade, e a vontade de inovar, romper barreiras, sem quem se é e sem perder de vista a família, nossa base. Afinal, família é uma só. Lindo filme! Comente seus insights, ideias e inspirações em produtos e serviços a partir destes filmes!

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