terça-feira, 18 de abril de 2017

Rolê em Porto Alegre

Olá Biblio Idealistas!

Hoje eu vou falar sobre o rolê em Porto Alegre pra fechar o ciclo da chegada na Ayni e aguçar sua vontade de conhecer a cidade. Além das pessoas que eu conheci na hospedagem Airbnb e as coisas bacanas que a gente fez juntos, eu fiz uns passeios sozinho que foram indicados pela Andrea. A Andrea é natural de Porto Alegre, minha amiga, mãe do coração e empreendedora na Florescer Artesanato. O primeiro passeio que ela disse que eu TINHA QUE FAZER era o ônibus de turismo, aquele de dois andares aberto em cima. A cidade tem duas linhas de turismo, uma que faz o roteiro Zona Sul e outra que faz o roteiro Centro de Histórico. Eu tava pilhado de fazer o Centro Histórico à pé, daí escolhi o roteiro da Zona Sul, que tem uma visão dos bairros mais bonitos de Porto Alegre. Tinha uma porção de casas de idosos pelo caminho e deu até vontade de passar uns tempos ali quando aposentar (se é que ainda vai ser possível com essa reformas na previdência). O ônibus passa por uma zona mais rural, chegando até o Santuário N. Sra Mãe de Deus, que tem dá uma visão panorâmica do alto da cidade. O passeio dura 1h30, custa R$30 e super vale a pena.

Depois eu fui fazer o rolê pelo Centro Histórico à pé. Começando no Mercado Municipal, comprei minha cuia de chimarrão, a bomba e erva mate pra curtir a vibe dos gaúchos no friozinho do final de tarde. Ainda não usei porque me ensinaram que é bom curtir a cuia com erva durante 3 dias antes de beber.

Uma curiosidade de Porto Alegre é que mercado é só o municipal, os outros mercados eles chamam de super. A chuva atrapalhou e não consegui continuar o roteiro pelo Centro Histórico... Voltei pra casa pensando em guardar energia pra baladinha!

O site da Secretaria de Turismo é massa pra descobrir o que fazer, bem atualizado e amigável, tem até uma sessão Porto Alegre LGBT. Foi nela que eu descobri que a festa Cadê Tereza, que rola no Rio de vez em quando, também rola aqui. Festa cheia, música boa, mas bateu arrependimento porque eu fui sem companhia, aí foi meio chato.

O domingo foi bem chuvoso e não deu pra ir no Brick da Redenção, uma feira de antiguidades tradicional que eu também TINHA QUE IR. Vai ficar pra próxima porque era hora de partir pra Guaporé.

Já estou na Cidade Escola Ayni! Esse lugar é mágico, as pessoas que estão dividindo essa experiência comigo são tão loucas quanto eu e eu não quero ir embora nunca mais kkkk. Amanhã eu vou contar um pouco do que tá rolando por aqui e como aconteceu esse movimento de eu querer participar como voluntário na construção dessa escola.
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Um abraço carinho!

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