terça-feira, 31 de maio de 2016

Inspiração Jout Jout: Como lidar com a bad?


          Oi gente linda!

          Como não é segredo pra ninguém, eu amo a Jout Jout (não me julguem porque eu não vou mudar essa condição na minha vida), e assistindo um dos seus vídeos essa semana, refleti demais sobre bads da vida, e gostaria de compartilhar com vocês.
          Antes de qualquer coisa, vamos ao vídeo:


          Então, essa parada de viver a bad dramaticamente funciona super bem pra mim, e até pode ser que não funcione pra todo mundo da mesma forma, mas concordo que sufocar os sentimentos não vai fazer a gente ficar mais forte, ou coisas do tipo. Muito pelo contrário, só vai fazer com que aquele sentimento fique ali, guardado, e uma hora ele vai querer sair.
          Recentemente passei por situação assim. Chorei uns três dias, como se não houvesse amanhã. Pijama virou meu uniforme, assim como as olheiras e nariz vermelho que compunham o visual. Aí você deve estar pensando: “Mas, Flavia, você é sempre tão alto astral!” e eu te digo que sim, eu sou, mas não existe uma pessoa nessa terra que não amargue esses momentos, nem que seja vez ou outra. Seja por qual motivo for.
          Estar feliz é conseqüência do grau de satisfação pelos momentos que temos em nossas vidas, e é claro que acontecerão coisas que podem, porventura, vir a nos abater, e esse momento tem que ser vivido, e não ignorado, mas com a clareza de que ele não pode durar pra sempre, e que é uma opção nossa deixar que isso nos domine, ou como diz a própria Jout Jout, podemos usar a técnica da “bigpcture“ (assiste aí o vídeo se não sabe do que tô falando), para enxergar o problema por outro ângulo e tentar achar a solução.
          Tá confuso, né?
          Vou explicar:
          Se o seu problema é falta de grana, em vez de chorar e se desesperar, pense no que pode fazer para melhorar essas situação. É claro que em tempos de crise, fica meio difícil pensar positivo, mas já pararam pra pensar em quantas pessoas mudaram os rumos das suas vidas, usando de criatividade e dons escondidos, e conseguiram virar o jogo? Às vezes alguns pequenos cortes de custos podem aliviar o seu problema também.
          Se o seu problema é o término de um relacionamento, a coisa pode ser até um pouco mais complicada, pois envolve o sentimento e a vida de outra pessoa, e por isso precisamos ser mais cautelosos. Nesse caso, vive a bad mesmo! Bota pra fora esse sentimento de dor, ou culpa, ou tristeza, pra poder ter a clareza necessária para pensar em novas possibilidades.
          Pensa que de repente, essa é uma excelente oportunidade de recomeço. E antes de sair por aí pensando em se envolver com outra pessoa, talvez seja a hora de se apaixonar de novo por você. Aprender a se amar, a se bastar e se achar a melhor companhia para si mesmo é o começo do sucesso das relações, pois quando estamos confortáveis com a gente, ficamos confortáveis com qualquer pessoa. O princípio de tudo é entender que o outro é uma soma, um plus, e não algo indispensável, não uma peça fundamental para que a nossa engrenagem funcione. Essa responsabilidade sobrecarrega demais o outro.
          Tudo na vida é uma questão, torno a dizer, de clareza. Saber onde estamos, onde queremos chegar e o que é preciso fazer para alcançar esse status quo é o princípio do sucesso de qualquer mudança.
          Então, se tá na bad, chora mesmo, come brigadeiro mesmo, ouve Adelle mesmo, até que as lágrimas sequem. No dia seguinte, vai tomar um banho frio, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima, porque a vida é muito curta para alimentar sentimentos ruins e monstros normalmente criados dentro da nossa cabeça.

          Estamos entendidos?  Então tá bem! J

          

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