terça-feira, 12 de janeiro de 2016

11 coisas que aprendi com a Jout Jout em 2015


          Embora tenha sido centro de uma discussão internética recente (já falei que sou a rainha dos neologismos?), sobre a questão da facilidade de ser branca, com dinheiro e empoderada, a Jout Jout continua sendo meu ícone de sabedoria de 2015. Polêmicas a parte, gente, gosto é gosto, e eu aprendi muito com ela no ano que passou.
          Então, resolvi mostrar para vocês as 11 vezes que eu me apaixonei por Jout Jout. Não são nem 10, nem 12, são 11 porque eu sou esquisita. Em tempo, na minha listinha tem vídeos de 2014, mas como, infelizmente, eu só a conheci no ano passado, os vídeos velhinhos estão valendo.

1- Quando ela me fez perceber que ninguém é feliz 100% do tempo, e que as vezes, as redes sociais mentem, porque na verdade, TÁ TODO MUNDO MAL.


2- Quando ela usou o Jumpy para mostrar que os padrões de felicidade das pessoas são diferentes, e o que pode me fazer feliz, não necessariamente fará o outro feliz...


3- E quando ela provou brilhantemente, por a+b, que todo chinelo velho tem seu pé cansado, ou que todo o balaio tem a sua tampa, tudo isso usando a teoria da peneira. Que tudo é uma questão de fazer as escolhas certas, e ficar atento aos sinais do Universo.


4- Quando ela defendeu a liberdade sexual da mulher, sem nóia e sem caô, sem se importar com a opinião alheia.


5- E também quando contou com a ajuda Jumpy mais uma vez, para mostrar que as vezes damos mais importância do que deveríamos para algumas coisas.


6- E eu a amei mais ainda quando ela falou para não tirarmos o batom vermelho, e deu exemplos de relacionamentos abusivos, que as vezes nem reconhecemos, de tão corriqueiros que eles são.


7- Quando ela desmistificou a masturbação feminina.


8- E quando ela, com seu jeitinho didático, ensinou o que é uma família.


9 - Quando ela mostrou o poder que um simples guardanapo pode ter.


10- Quando ela nos incentivou a fazer um escândalo, e não nos calarmos diante dos abusos que vemos, e vivemos, apoiando uma luta contra a cultura do estupro.


11- E pra fechar, quando ela recentemente me fez repensar no que está acontecendo em mim, que faz com que eu me aborreça com algumas coisas... Não que eu seja a causa do problema, ou que eu deva me calar diante dele, mas que há algo dentro de mim que enxerga aquilo de uma forma diferente, e me faz reagir. Vale a reflexão!


          E esse foi meu Top 11 de 2015, e me sinto muito feliz por ter repensado essas questões. 
          Um beijo, e até a semana que vem!

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